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Conheça 8 falhas de segurança comuns em condomínio e como evitá-las

6 minutos para ler

A segurança em condomínio é um dos principais atrativos para esse tipo de imóvel, mas exige a aplicação de medidas importantes para garantir a integridade do edifício e dos moradores.

Existem diversas falhas nesse sentido que podem ocorrer, mas, geralmente, elas acontecem por falta de planejamento e atenção a alguns pontos fundamentais no condomínio.

Para ajudar nessa área, neste texto mostramos as 8 falhas de segurança mais comuns e como evitá-las para garantir a tranquilidade de moradores e visitantes e a integridade do próprio empreendimento. Confira a seguir!

1. Falta de investimento

As despesas condominiais são divididas entre todos os moradores, o que reduz bastante os custos relacionados à segurança quando comparados ao custo individual. Entretanto, ao procurar uma forma de diminuí-las, muitas vezes o condomínio decide deixar de investir em medidas de proteção, por acreditar que elas não sejam tão importantes.

Sem dúvidas, essa é a maior falha de segurança em condomínio, pois o deixa vulnerável à ação de bandidos e pode resultar em prejuízos para todos. Portanto, é fundamental investir em sistemas como:

  • controle de acesso;
  • interfones;
  • câmeras de segurança;
  • portões eletrônicos;
  • cercas elétricas;
  • alarmes.

2. Ausência de normas de segurança

A convenção e o regimento interno do condomínio trazem diversas regras sobre deveres e direitos dos condôminos, além dos assuntos relacionados à gestão. Porém, muitas vezes, esses documentos deixam de prever normas de segurança que devem ser observadas por todos.

Questões básicas sobre os cuidados ao entrar e sair do condomínio, recepção de visitantes e recebimento de encomendas são alguns assuntos importantes que devem ser tratados com os moradores. Lembre-se de que não adianta contar com os melhores sistemas de segurança instalados, mas não ter normas que definam como os condôminos e funcionários devem agir para manter o ambiente protegido.

3. Não ter controle de acesso na portaria

O controle de acesso de pessoas é uma das principais medidas de segurança em condomínio. No entanto, é comum encontrar edifícios que não investem nessa medida, instalando apenas o interfone das casas ou apartamentos para que os próprios moradores controlem quem pode entrar.

O problema é que isso aumenta o risco de que pessoas estranhas consigam entrar, já que os condôminos podem ser vítimas de fraudes ou liberar o acesso sem a devida atenção. Para evitar que isso aconteça, contrate um porteiro ou um serviço de portaria virtual para acompanhar os acessos ao condomínio.

Caso opte pelo porteiro, é preciso ter atenção para que ele não seja desviado de suas funções, abandonando a portaria. Infelizmente, é comum que ele seja chamado para ajudar em pequenas tarefas, porém, ao deixar seu posto de trabalho, o controle de acesso é prejudicado, trazendo riscos para todos.

4. Falta de preparo dos funcionários

É normal contar com funcionários para assumir tarefas relacionadas à manutenção, limpeza e segurança. Portanto, eles devem estar alinhados com as normas de segurança em condomínio.

A melhor forma de fazer isso é investir em capacitações e treinamentos. Assim, você receberá um serviço de qualidade e adequado às medidas de proteção adotadas. Para facilitar o processo, uma dica interessante é terceirizar o serviço com empresas especializadas, que garantem o preparo dos profissionais enviados.

Desse modo, não é necessário se preocupar com a busca de trabalhadores especializados ou treinamentos, já que a empresa contratada proporciona isso tudo. Outra vantagem é que não haverá vínculo empregatício ou folhas de pagamento, facilitando a gestão condominial.

5. Não considerar os riscos da região

Cada região tem suas particularidades em relação aos riscos, então é importante verificar quais as características do seu bairro para identificar a necessidade de medidas adicionais. Muros mais altos, contratação de um serviço de vigilância ou inclusão de câmeras em outros pontos estratégicos são algumas questões que devem ser avaliadas.

Verifique como é a infraestrutura do bairro, principalmente em relação à iluminação. Lugares com pouca luz dificultam a identificação de movimentações suspeitas. Caso identifique problemas, é importante procurar a prefeitura da cidade para solicitar providências. Também vale a pena investir em equipamentos do próprio condomínio que iluminem o entorno do empreendimento, trazendo mais segurança para os moradores.

6. Falta de procedimentos de emergência

A segurança em condomínio não deve abordar apenas práticas relacionadas à prevenção de crimes, pois existem outras ocorrências que geram riscos, como acidentes e incêndios.

Nesse caso, o condomínio deve ter procedimentos de emergência bem elaborados, com informações sobre as melhores práticas, telefones úteis e todas as recomendações de segurança que devem ser observadas.

Outro cuidado importante sinalizar as rotas de fuga, manter luzes de emergência instaladas e ter atenção aos extintores de incêndio, hidrantes e demais medidas exigidas pelo Corpo de Bombeiros.

7. Descuido dos moradores

Quando se fala em medidas de segurança, é comum pensar em ferramentas tecnológicas e contratação de mão de obra. Porém, as ações dos moradores têm grande influência nos resultados obtidos. Por isso, uma das principais falhas está relacionada ao descuido dos condôminos.

Deixar de verificar se os acessos foram fechados corretamente, não observar a presença de pessoas estranhas antes de abrir o portão ou liberar a entrada para circularem livremente no condomínio são práticas comuns que geram riscos. Ou seja, para garantir a segurança, é essencial que todos colaborem e adotem cuidados para prevenir a ação de bandidos.

8. Falta de atenção às medidas de segurança

Ter atenção a todas essas medidas é obrigação do síndico, pois ele deve providenciar a aplicação das soluções indicadas na convenção e fiscalizar o cumprimento das normas e, quando descumpridas, aplicar as penalidades previstas.

Esse é um cuidado fundamental, caso contrário, o síndico pode ser considerado omisso, com a consequente destituição do cargo. Isso também pode resultar na responsabilização do condomínio pelos prejuízos causados aos moradores por bandidos, trazendo custos para todos os condôminos.

Pronto! Agora que você já conhece as principais falhas de segurança em condomínio e como evitá-las, faça um diagnóstico no local para ver se as medidas adotadas são suficientes ou se é preciso aplicar melhorias para deixar o ambiente mais seguro.

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